Ensino de Inglês

English Cyborgs

Desenvolvi aulas de inglês que são 100% online, mas levam em conta fatores essencialmente humanos em todo o processo de ensino-aprendizagem, como explico aqui em detalhes.

Acho que todos concordam que temos vidas corridas, e cada vez queremos aprender mais coisas e em menos tempo. O conhecimento da língua inglesa é imprescindível, e creio que todos concordam com isso, também. Mas, muitas pessoas não têm o tempo ou não dispõem dos valores exigidos por um curso de inglês, quase sempre longo, além de demandar custos e tempo com deslocamento, materiais etc. Por outro lado, muitas pessoas também não se sentem tão autodidatas ao ponto de conseguirem aprender um idioma apenas com o auxílio de um aplicativo ou site, apesar de os acharem interessantes. Ou não sabem se um conteúdo disponível na rede é confiável e assim ficam inseguras.

Foi com base nessas questões que exponho acima, que se somam à minha própria experiência com o estudo e a aplicação da língua inglesa, que desenvolvi minhas aulas de inglês 100% online. Somam-se, ainda, a minha experiência como comunicadora (sou jornalista), especialista em mídias digitais e em educação a distância (tenho pós em marketing digital e trabalho há anos com sites, aplicativos, ambientes virtuais de aprendizagem, criação e edição de conteúdo online) e, ainda, a pesquisa que realizo como doutoranda em educação (desde o mestrado, estudo a cognição humana e as tecnologias digitais; no meu blog há bastante informação sobre isso).

Mas, o que tem de diferente nas suas aulas de inglês, Camila? Por que o projeto se chama English Cyborgs?

De uma forma resumida, a ideia da metodologia que criei é que os meus alunos aproveitem ao máximo tudo o que está ao seu redor para aprender inglês. Vivemos rodeados de vídeos, arquivos em áudio, filmes, textos e pessoas de diferentes localidades. Comunicamo-nos via redes sociais com todo o planeta. Se aproveitarmos ao máximo todos esses recursos, estaremos agindo de acordo com as teses sobre a cognição humana que explicam que somos, naturalmente, ciborgues: não naquele sentido que vemos em filmes de ficção científica, mas no sentido de nosso relacionamento muito próximo com a tecnologia, tão próximo que ela faz parte de nós de verdade. Se soubermos aproveitar a tecnologia e os recursos que estão a nossa disposição, eles potencializam – e muito! – o nosso processo de aprendizagem.

Como isso se aplica ao inglês?

Pense, por exemplo, no seguinte. Aprender inglês tem tudo a ver com imersão: no idioma, na cultura dos países que falam inglês. E nem sempre é possível viajar para aprender a língua. Mas e se, em vez de termos apenas uma hora ou duas de contato com a língua inglesa por semana, tivermos muitas horas, aproveitando tudo o que está ao nosso redor? Estaremos, assim, ampliando nossas horas de contato com o idioma e criando esse ambiente em torno de nós, o ambiente propício para que o idioma comece a entranhar em nossas vidas, fazendo parte de nosso cotidiano. Com base nisso, além das aulas ofereço uma curadoria em conteúdo para o estudo do aluno ser amplificado e a língua inglesa passar a rodeá-lo a cada dia.

Todas as atividades oferecidas têm essa premissa: inglês situado no cotidiano e estendido via tecnologias e conteúdos extras para que o contato do aluno com o idioma perdure para muito além das aulas.

Outro ponto importante é o seguinte: como todos temos pouco tempo e muitas vezes a necessidade de aprender ou de melhorar o inglês surge a partir de uma demanda específica, como um intercâmbio para estudar fora por exemplo, temos que aprender primeiro aquilo de que mais precisamos. É claro que há pré-requisitos para aprender certas coisas, para evoluir em certos elementos gramaticais; mas, isso não quer dizer que a aprendizagem precise ser sempre linear e seguir uma ordem estrita, do mais fácil para o mais difícil. Até porque o que é mais fácil ou mais difícil para cada pessoa varia, assim é a vida real! E o vocabulário de que cada um precisa mais em cada momento da vida também varia bastante. Temos necessidades individuais, apesar de termos muitas dúvidas em comum e também muitas formas compartilhadas de experimentar o mundo e aprender.

Então, a metodologia pode ser resumida assim:

Imersão + Agilidade + Redução [de Custos e de Tempo!]

Além desses fatores, outro elemento essencial para que o aluno aprenda é o empenho individual. Na metodologia que desenvolvi, o aluno precisa topar o desafio de ser mais proativo na aprendizagem do inglês: no cursinho, na escola, costuma-se assistir a aulas de forma mais passiva, seguindo apenas os exercícios propostos. Nas minhas aulas, a ideia é que o aluno tenha todo o suporte necessário, possa aprender, se desenvolver e esclarecer dúvidas, mas, mais que tudo, compreenda que precisa ser protagonista neste processo e adote, pouco a pouco, essa postura. O aluno pesquisa, lê, ouve, desenvolve o pensamento crítico, a capacidade de organização de seus estudos e até a habilidade de trabalhar em equipe, formando um time entre quem ensina e quem aprende – que, aliás, caminha de uma forma bidirecional.

Desse modo, proponho também que as habilidades socioemocionais, conhecidas como XX Century Skills, estejam presentes neste processo: o pensamento crítico, a colaboração, a autogestão, a capacidade de planejamento, a disciplina, entre outras.

Para saber mais, por gentileza escreva para englishcyborgs@gmail.com