Indicações de leituras
AI is creating a divide between teachers and students
Marco referencial de competências em IA para professores da UNESCO
Das atividades à avaliação: como a IA apoia a personalização do ensino
The Smiling Girl, the Serious Boy, and the Teaching Machines (Audrey Watters)
Calculating and Powers: Interview with Kate Crawford – It is urgent today to look at AI for what it is: a system based on chains of resource exploitation that are not always transparent
Tese Camila Leporace – MACHINE LEARNING E A APRENDIZAGEM HUMANA – Uma Análise a Partir do Enativismo |
South Korea slows down on AI education
Nomes da IA
Vídeos
Teaching Machines / Máquinas de Ensinar de Skinner – https://www.youtube.com/watch?v=vmRmBgKQq20
Livros
Algoritmosfera – A cognição humana e a inteligência artificial (Camila Leporace)
What Computers Can’t Do (Hubert Dreyfus)
Natural-Born Cyborgs (Andy Clark)
The Promise of Artificial Intelligence (Brian C. Smith)
Tecnologia Do Ensino (B. F. Skinner)
Entrevista comigo
Nuvem de palavras e sentimentos

100 perguntas sobre IA, inovação e desafios para a educação
100 PERGUNTAS SOBRE IA NA EDUCACAO
- O que os professores temem perder ao adotar ferramentas de IA na educação?
- Por que tantos educadores sentem que a IA pode substituir seu papel em sala de aula?
- Como é o medo de se tornar “irrelevante” diante de tecnologias tão avançadas?
- A IA ameaça o valor da experiência humana no ensino?
- Os professores têm medo de que suas vozes não sejam ouvidas nas decisões sobre tecnologia na escola?
- O que sentimos quando somos chamados a usar algo que não entendemos completamente?
- Por que a IA parece mais difícil ou distante do que outras tecnologias que já usamos?
- Como o medo de errar ao usar IA afeta a disposição dos professores em experimentar?
- O que está por trás da sensação de “não estou preparado” para lidar com IA?
- Será que o medo de não acompanhar as inovações tecnológicas é também o medo de perder espaço no mundo?
- Os professores têm medo de que a IA dite o que e como ensinar?
- Como a sensação de perda de controle sobre os processos pedagógicos se conecta ao medo da IA?
- A IA vai interferir na liberdade de ensinar com sensibilidade e criatividade?
- O medo da vigilância digital está presente quando falamos de IA na educação?
- Quem decide como a IA será usada na escola — e isso gera medo nos professores?
- A IA vai enfraquecer o vínculo humano entre professor e aluno?
- Os professores têm medo de que os alunos fiquem mais dependentes da tecnologia do que da mediação humana?
- Como lidar com o medo de que os alunos usem a IA para “burlar” o aprendizado?
- O uso da IA pode diminuir a formação ética, emocional e crítica dos estudantes?
- O que os professores sentem quando percebem que os alunos sabem mais sobre IA do que eles?
- E se eu não conseguir acompanhar essa revolução?
- O que significa ser um bom professor num mundo com IA?
- Como posso continuar sendo relevante sem me transformar em algo que não sou?
- Existe espaço para a sensibilidade humana em um cenário educacional mediado por algoritmos?
- Quem serei eu como profisisonal daqui a cinco anos?
- Quem sou eu como profissional após a popularização da IA?
- O que acontece com a minha identidade como professor quando sinto que a IA faz o que eu faço?
- E se a minha forma de ensinar não for mais valorizada num mundo cada vez mais automatizado?
- Como posso preservar o que é essencial no meu trabalho diante de tantas mudanças tecnológicas?
- O que me torna insubstituível como educador — e será que isso ainda importa?
- O que significa ensinar quando máquinas também “ensinam”?
- E se eu não souber usar essas ferramentas e parecer “ultrapassado”?
- Como posso enfrentar o medo de me expor ao erro diante dos alunos e colegas?
- Por que me sinto inseguro ao falar de algo que os alunos dominam melhor do que eu?
- O que me impede de experimentar, mesmo sabendo que errar faz parte do processo?
- Como confiar em uma tecnologia que não conheço profundamente?
- A IA vai reforçar desigualdades ou ajudar a superá-las?
- Quem garante que a IA não vai manipular, excluir ou distorcer o processo educativo?
- Posso confiar em decisões pedagógicas tomadas por algoritmos?
- E se a IA começar a ditar o ritmo, o conteúdo e o formato das minhas aulas?
- O que acontece com a escuta, o olhar, o cuidado, quando uma máquina entra na sala?
- A IA pode compreender a complexidade de um aluno como o ser humano entende?
- Como manter o afeto, a presença e o vínculo num ambiente mediado por algoritmos?
- Será que os alunos vão valorizar menos o professor humano com a presença da IA?
- Como proteger o espaço do encontro humano na escola digitalizada?
- Quais as decisões envolvidas em uma pedagogia que incorpora IA?
- Como auxiliar escolas na adoção da IA com ética e criatividade?
- O medo que sinto é só meu ou é parte de algo maior que precisa ser discutido coletivamente?
- Onde estão os professores nas conversas sobre o futuro da educação com IA?
- Qual o meu papel na educação agora?
- O medo pode me ajudar a inovar ou só me paralisa?
- O que nenhuma IA consegue fazer como um professor humano?
- Como a presença de um professor transforma uma experiência de aprendizagem?
- Em tempos de IA, por que o olhar do professor ainda é tão necessário?
- Que tipo de aprendizagem só acontece quando há um vínculo entre professor e aluno?
- Como se cria um vínculo entre professor e aluno?
- A IA pode reforçar vínculos entre professores e alunos?
- Para além do conteúdo, o que a escola oferece que a IA não pode replicar?
- Como a escola humaniza a experiência de aprender em uma era cada vez mais digital?
- O que se perde quando pensamos a educação apenas como transmissão de informação?
- A escola deve resistir ou se adaptar à lógica dos algoritmos?
- O que significa usar IA sem perder a centralidade do humano no processo educativo?
- Qual o meu papel no sentido de ajudar a promover a IA na educacao mas mantendo o humano no centro?
- Que lugar a escola deve ocupar nas decisões sobre o uso ético da IA?
- Que lugar uma empresa de tecnologias e soluções educacionais ocupa na promoção da IA na educação de forma humanizada?
- Como construir um futuro educacional em que a IA valorize — e não enfraqueça — a presença do professor?
- O que perdemos quando seguimos o ritmo das máquinas, e não o dos humanos?
- Por que sentimos que estamos sempre atrasados quando o assunto é inovação?
- Como equilibrar o entusiasmo pela novidade com a responsabilidade de pensar suas consequências?
- Inovar rápido é sempre melhor?
- Como saber se estamos adotando uma tecnologia porque ela é útil ou apenas porque ela é nova?
- O que significa inovar com consciência num mundo onde tudo parece urgente?
- O que é mais difícil: aprender a usar uma nova ferramenta ou questionar se ela deveria ser usada?
- A quem mais interessa a inovação na educação?
- Como garantir que o pensamento crítico acompanhe a inovação?
- Como resistir à sensação de que estamos ficando para trás se não adotarmos tudo imediatamente?
- Podemos dizer “ainda não” a uma tecnologia sem sermos vistos como ultrapassados?
- Tecnologia é sinônimo de inovação?
- De que forma a lógica da aceleração impacta nossas decisões na educação?
- Quem são os excluídos quando a inovação avança rápido demais?
- Que perguntas precisamos fazer antes de desenvolver tecnologia para as escolas?
- Educação envolve afeto; inovação e afeto são conciliáveis?
- Eu sinto que vivo no tempo do algoritmo ou no meu?
- Que princípios devem guiar uma inovação pedagógica em tempos de IA?
- O que acontece quando a aparência de inovação esconde práticas antigas com nova embalagem?
- O que a experiência docente tem a ensinar à tecnologia que chega nas escolas?
- Por que às vezes sentimos que a inovação ignora o que já funciona bem na prática?
- Como valorizar o saber construído na sala de aula ao propor uma “solução” digital?
- A quem ouvimos quando decidimos inovar: os programadores ou os professores experientes?
- A experiência precisa de tempo para se formar — como isso dialoga com a urgência de inovar?
- Como inovar sem desrespeitar o tempo que cada pessoa precisa para aprender, testar e confiar?
- Estamos formando educadores para experimentarem ou para apenas implementarem o que vem pronto?
- A inovação que chega respeita o percurso de quem já vem construindo a educação?
- A tecnologia que adotamos considera a realidade e os sentimentos dos professores?
- Quais experiências estamos cultivando com a tecnologia — e quais estamos sufocando?
- O que acontece com o processo de aprendizagem quando a experiência humana é mediada por algoritmos?
- O que é mais transformador: uma nova ferramenta ou uma nova escuta da experiência coletiva?
- Como reconhecer e valorizar a experiência de professores que inovam sem precisar de tecnologia?
- O que torna uma inovação legítima aos olhos de quem vive a educação todos os dias?
- O que é inovar?